terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Valsa do meu dia-a-dia...


Como fosse um par que nessa valsa triste
Se desenvolvesse ao som dos bandolins

E como não e por que não dizer

Que o mundo respirava mais se ela apertava assim

Seu colo e como se não fosse um tempo em que já fosse impróprio se dançar assim

Ela teimou e enfrentou o mundo

Se rodopiando ao som dos bandolins

Como fosse um lar, seu corpo a valsa triste iluminava

e a noite caminhava assim


E como um par o vento e a madrugada iluminavam

A fada do meu botequim

Valsando como valsa uma criança

Que entra na roda, a noite tá no fim

Ela valsando só na madrugada


Se julgando amada ao som dos bandolins

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